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Descrição do Site: Tracia: Concessionária Volkswagen sediada em Blumenau, Santa Catarina. É mais Volkswagen. É do seu jeito.

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Trácia - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Trácia é uma região histórica do sudeste da Europa. Na Antiguidade esta região abrangia as margens do Danúbio, o Ponto Euxino, o Mar de Mármara, o Mar Egeu e o rio Nestos. Na actualidade, é uma região administrativa da Grécia e se estende também pela Turquia e a Bulgária.

A cidade histórica de Edirne é uma das mais importantes, tendo sido capital do Império Otomano entre os séculos XIV e XV.

Macedônia Oriental e Trácia Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Nota: se procura outros significados de Macedônia, consulte Macedónia. Periferia de Macedônia Oriental e Trácia Capital Komotini Prefeituras Drama Evros Kavala Rhodopi Xanthi População 623.248 (2005) Área 14.157 km² Densidade populacional 44/km² Website www.remth.gr Macedônia Oriental e Trácia é a periferia da Grécia que fica mais a oriente da sua parte continental. Faz fronteiras com a Macedônia Central a oeste, com a Bulgária a norte, com a Turquia a leste e com o Mar Egeu a sul. Está dividida nas prefeituras de Drama, Evros, Kavala, Rodhopi e Xanthi. A capital é Komotini.

A actual Trácia da Grécia é apenas uma pequena parte do antigo reino da Trácia, que se estendia por uma região que está neste momento dividida entre a Bulgária, a Grécia e a Turquia.

GRÉCIA - LOCAIS TURÍSTICOS MACEDONIA , TRACIA Provincias: Imazia , Pieria , Kozani , Grevena e Kastoria


MACEDONIA Macedônia é a parte continental de Grécia que estende-se mais ao norte. É a região geográfica maior do país. Possui férteis planícies, comarcas ricas em minerais, montes, bosques, lagos, cascatas, vales repletos de vegetação, espécies de animais em extinção, bonitas praias e encantadoras aldeias de pescadores. Tem como principal cidade Salonica, a segunda de toda Grécia e o segundo porto em importância do país.


SALONICA Este lugar foi fundado no ano 315 a.C. pelo general macedonio Casandro com o nome de sua mulher, Tesalonica que era a irmã de Alexandre Magno. Na atualidade muitos de seus bairros apresentam um aspecto moderno pois foram reconstruídos após o incêndio que assolou a cidade em 1917. Conserva numerosos monumentos romanos e bizantinos. É uma cidade de grande vitalidade. Ruas com tráfico, parques, praças. Ruas comerciais muito freqüentadas, espetaculares vitrines nas suas lojas e com grande movimento mercantil. Edificações antigas, neoclássicas e bizantinas, centros de diversão, tabernas, bares, teatros, cinemas, cafés, e para finalizar sua exposição anual dedicada à tecnologia. Salonica divide-se em cidade baixa, e alta e os bairros meridionais. Na parte baixa encontra-se a Platia Aristotelous, praça aberta ao mar rodeada de pórticos, repleta de cafés e terraços. Também é um lugar de reunião o Passeio Marítimo. Como principais monumentos destacam o Agios Georgios, edifício do século IV, com forma de girassol de três corpos que passou de ser mausoléu a igreja e em cujo interior podem-se ver uns impressionantes mosaicos do século IV, a Agia Sofía, igreja de grande tamanho rodeada de jardins também com formosos mosaicos, a Panagia Ahiropíitos, basílica paleocristã do século V, o Bey Haman, banho turco de 1444, a Hamza Bey Dazmí, mesquita de 1468, o Bezesten, edifício turco em redor do que se despega o mercado e o Ágora romana. Na parte alta destacam a Agios Dimitrios, basílica com formosos mosaicos e uma cripta do século V, a Dódeka Apóstoli construída entre os anos 1310 e 1314, as muralhas rodeadas de imponentes fortificações como o Heptapirgion, a Igreja de Agia Ekaterini de finais do XIII e o mosteiro de Vlatadon desde cujos jardins se obtém uma fantástica vista da cidade. Nos bairros meridionais destacam a Torre Branca sede de um Museu Bizantino e o Museu Arqueológico que conta com peças principais como os túmulos reais de Vergina do século IV a.C.


PROVINCIA DE KILKIS Kilkís encontra-se na estrada que conduz ao norte. É a capital da província homônima. Está edificada ao pé da colina Ai-Yorguis, em cujo pico se eleva a igreja pós-bizantina de Ayios Georgios, do século XIX. Também no pico encontram-se o Anfiteatro Heroon, o Museu da Guerra e um pavilhão turístico. Desde Kilkís pode-se explorar toda a província. A 44 quilômetros encontra-se Guménisa, com estreitas ruazinhas e edificações antigas, a localidade estende-se ao pé do Paiko. Não muito longe está o pitoresco povoado de Evropos, onde pode-se admirar a localização arqueológica da antiga Evropos. O Kuros Arcaico, que está exposto no Museu Arqueológico, é um dos achados mais interessantes da zona. As ruínas do castelo bizantino de Palió Ginekókastro, valem também uma visita. A norte da província encontra-se o Lago Doirani, de grande beleza. A suas beira estendem-se simpáticas vilas, tabernas que oferecem peixes, e areias para repousar do banho em suas águas. A 4 quilômetros dali encontra-se o idílico lugar de Jilia Dendra. O Monte Paiko, que encontra-se viajando pela província para o noroeste, oferece um entorno natural muito agradável, com suas vilas, que sobressaem entre a maravilhosa vegetação, entre elas vale a pena fazer uma parada em Griva, Kastanerí e Livadia. Outros lugares interessantes são: o povoado de Skra e Koljida, com seus restos de túmulos do século IV e um povoado paleocristão do século VI.


KASANDRA, SIZONÍA E O MONTE ATHOS A sul de Salonica localiza-se Jalkidiki, três penínsulas que formam um conjunto: Kasandra, Sizonia e o Monte Athos. Poliyiros, é a capital da província, e está edificada em forma de anfiteatro ao pé do monte Jolomondas. O mais atrativo da capital são seus pitorescos bairros e o Museu Arqueológico que guarda vasos e esculturas muito interessantes.


Kasandra Kasandra, é a mais ocidental das três penínsulas. Em toda a zona pode-se desfrutar de praias arenosas, bosques de pinos e aldeias encantadoras para visitar. Uma das mais bonitas é Petrálona, em cujas redondezas existe uma gruta, que não se pode deixar de visitar porque nela foi encontrado o esqueleto do homem mais antigo da Europa, que viveu há mais de 700.000 anos. Em este lugar se utilizava o fogo faz mais de um milhão de anos, sendo esses os vestígios mais antigos encontrados até agora na Terra. O Museu Antropológico situado ao lado da grota mostra estes achados. Outros povoados para visitar na província são: Nea Mudaniá, Dionisíu e Zografu, com casinhas baixas de pedra, de curiosos telhados com chaminés. Para percorrer praias e povoados pesqueiros, alguns de eles: Nea Potídea, Nea Fókea, com uma torre bizantina a beira do mar, Afito e Kalizea, com os restos do santuário de Zeus Amón.


Sizonía Sizonía, está repleta de praias de areias finas, é o lugar ideal para relaxar-se, com seu entorno cheio de verdor, e deter-se em suas pequenas aldeias de pescadores. Uma das localidades a visitar é Olinthos, onde além das ruínas da antiga cidade poderá relaxar-se, si continua um pouco além na praia de Gérakini. Os povoados de Ormilia e Vatopédi, oferecem como atrativo a arquitetura de suas casas, enquanto que as melhores praias encontram-se em Métamorfosis e Nikitas. Outros lugares de bonitas praias refrescadas pelos pinos que as rodeiam são: Agios Nicolaos, Pirgadikia, Sarti e Néos Marmaras. Ao outro lado da península estão Vourvourou, Ormos Panagias e Sarti, cheia de beleza serena. Más ao interior encontra-se Sikia e sobre um promontório Taroni, onde podem-se ver vestígios de antigas ????P?fortificações e ruínas de basílicas paleo cristãs.


Monte Athos O Monte Athos, república teocrática conhecida por ser refugio de mais de 200 comunidades de ermitãos e 20 mosteiros bizantinos de interesse. A principal cidade é Dafni à que unicamente pode-se aceder com uma permissão especial e cujo acesso está totalmente proibido para as mulheres. Outros lugares de interesse são: Kariés, capital do Atos. Nela poderá visitar a igreja mais antiga, o Protaton, do século X. Ao norte da península está Uranúpoli e mais longe Tripití.


OUTROS DE MACEDONIA A leste de Salonica estendem-se as províncias de Serres, bonita e atrativa, na que distingue-se a Acrópolis e algumas muralhas e igrejas bizantinas; Drama, edificada em meio de plantações de tabaco; e Kavala, cuja capital é uma moderna cidade comercial. Nela poderá visitar as muralhas, o castelo bizantino, o aqueduto e algumas interessantes construções turcas. Tanto sua parte velha como a moderna e o porto valem grande admiração. Toda a costa de Kavala está repleta de praias. Frente a suas costas sobressai entre as águas a ilha de Tasos. Segundo a Mitologia é a ilha das sereias. Tasos é a mais setentrional das ilhas gregas. Pertencente a Macedonia, a ilha se caracteriza por suas ruínas antigas como a Porta de Zeus, a Acrópolis e o Museu. Menção especial valem suas praias de águas transparentes. Na ilha há um teatro que oferece continuas representações de dramas clássicos durante o verão. O mais atrativo da ilha são suas praias, o verdor das paisagens e as antigüidades. A capital da ilha é Limenas ou Tasos, onde podem-se ver as muralhas que rodeiam toda a cidade antiga; a Acrópoles; o Ágora; o Teatro; o Templo de Apolo Pitio e o Monumento corégico, entre outras coisas. A oeste de Salonica estende-se a Macedônia Central com as províncias de Imazía, Pieria e Pela. A capital de Pela é Edesa. Está edificada ao pé do Vermio, rodeada de vegetação inmensa e cascatas. Em uma de suas cascatas há uma gruta onde está localizada a igreja da Análipsi. Próxima de Edesa????P? está a vila de Agras, no que há um lago enorme cheio de patos selvagens e cisnes. Localidades muito produtivas são Adridea com seus pimentos vermelhos e Skidra, com sua fruta. Arnisa estende-se a beira do lago Vegorítida e Yianitsá, é a cidade maior da província. Próxima dela estão os povoados de Palia e Nea Pela, entre os que encontram-se as ruínas da antiga Pela.


PROVINCIAS PROVINCIA DE IMAZIA A Província de Imazía, com Veria como capital, na que destacam igrejas bizantinas muito peculiares, está cheia de coisas interessantes. Povoados neolíticos, túmulos reais com pinturas ao afresco, urnas, coroas e diademas de ouro, cascatas, rios, montes altos, povoados verdíssimos e campos intermináveis. Uma das localidades mais interessantes pelos achados nela descobertos é Vergina, cujo maior monumento são as túmulos reais. Se tem descoberto que Vergina pode ser Egués, a primeira capital do reino macedonico, a julgar pelos restos da Acrópoles. Outro lugar, digno de menção na província, é o povoado de Kastaniés, onde a neve por vezes a mantém incomunicável. Ali poderá admirar o mosteiro da Panayia Sumelá. Em Kato Vermio acha-se a estação de esqui de Seli. Nausa é conhecida pela sua Carnaval, seu vinho, suas frutas e suas cascatas, enquanto que Lefkadia oferece a possibilidade de admirar seus túmulos macedonicos e os restos de edifícios helenísticos. Outros restos importantes do Neolítico encontram-se em Nea Nikomidia.


PROVINCIA DE PIERIA A Província de Piería, tem a Katerini como capital, custodiada pelo Castelo de Pratamonas, que se assoma ao Egeu. Possui belas e extensas praias, Litójoro, umbral do Olimpo, a morada dos deuses, e Dion, santuário panmacedonico consagrado ao culto de Zeus. A 23 quilômetros de Katerini encontra-se Leptokaría, que recebe numerosos turistas por suas belas praias. Outros lugares de veraneio são Mazoni, Nea Agazúpoli, que oferece bom peixe, Ayios Pandeleímonas, com seu castelo veneziano, Platamonas, com suas praias de areia e seus plátanos e Makríyialos, onde s????P?e conservam as ruínas da antiga Pidna.


PROVINCIAS DE KOZANI, GREVENA E KASTORIA Em Macedônia ocidental encontram-se as províncias de Kozani, Grevená, Kastória e Flórina. A capital de Kozani, leva o mesmo nome que a província. Nela sobressaem várias igrejas, mansões senhoriais do século XIX e sua máxima atração, a Biblioteca Municipal Kuvendarios. Nos arredores encontra-se o mosteiro da Análipsis, onde as freiras fazem bordados, tapetes e tecidos. A cidade da industria de peles é, em cambio Siátista, que conheceu com o couro grandes épocas no século XVIII. Entre a verde vegetação sobressai a vila de Velvendós, plátanos, álamos, pessegueiros e avelãs florescem perto do rio Aliákmonas. Na província destacam além numerosos povoados tradicionais muito pitorescos como Pendálofos, Katafigui, Vlasti e Tsotili. A cidade que controla o passo para Tesalia é Servia. E por último em Perdikas se encontraram os restos de um elefante despedaçado pelos caçadores mais antigos da Europa, que viveram neste lugar faz três milhões de anos. Grevená, oferece natureza selvagem, montes e bosques. A capital leva o mesmo nome que a província, é ativa e oferece numerosos eventos como teatro, concertos, apresentação de grupos folclóricos, etc. A vila de Zakas, que encontra-se nos arredores da capital, está situado a 900 m de altitude. As grotas do monte Orliakas, valem uma visita. Sobre uma roca encontra-se o povoado de Spíleo e um pouco mais longe, Paliuriá oferece uns mosteiros bizantinos para visitar, Panyia Evangelistria e Osios Nikanor. Como paisagens formosos destacam também as localidades de Perivoli e Samarina. A província de Kastoriá, com capital homônima construída em forma de anfiteatro e que possui um atrativo lago, encanta a todo aquele que a visita. Na cidade há numerosas igrejas bizantinas e pos-bizantinas. vale a pena visitar o Museu de Arte Popular. Nas cercanias encontra-se a formosa vila de Argos Orestikó, famosa pela sua artesanato em peles e tecidos. E por último a província de Flórina, co????P?m capital do mesmo nome estendida sobre uma ladeira de uma colina onde florescem castanhos. Os montes da província acolhem em suas ladeiras a numerosas vilas pitorescas. Entre elas se destaca Amíndeo, Ayios Pandeleímonas e Pisoderi, perto da estação de esqui de Vigla. Uma das máximas atrações da província são os lagos Mikrí e Megali Prespa, sobre o nível do mar a 850 metros de altitude.


TRACIA A região de Tracia, um dos lugares mais tradicionais e virgens de Grécia, é conhecida pelo seu encanto graças a essa combinação cultural tão rica e original na que se mesclam ingredientes do místico oriente com a cultura típica da Europa ocidental. Situada no extremo nordeste do país faz fronteira ao norte com Bulgária, ao leste com Turquia e já, ao oeste, com a monumental Macedonia. Mirando para o sul as terras destas latitudes estão banhadas pelo mar que da nome a esta localidade, o mar de Tracia. Impressionantes montanhas e extensas planícies adornam uma paisagem única repleta de interessantes jóias da história e a cultura do velho continente. Recorrer Tracia pode dar ao visitante a impressão de viajar no tempo e adentrar-se nas culturas romana, helenística ou bizantina. Incluso é fácil remontar-se ao período Neolítico fazendo as paragens correspondentes nos pontos de achado de estas antigüidades. Uma das razões que fazem de Tracia um paraíso culturalmente delicioso é que, á diferença de outras regiões, não tem sido invadida pelo turismo o qual tem deixado quase intactas a maior parte de suas estruturas tanto desde o ponto de vista arquitetônico como desde a perspectiva social. Suas gentes são totalmente nativas e pelas suas ruas se respira o sabor típico de uma terra que se sente orgulhosa de mostrar a beleza de seus rincões. Entre rochas e planícies, Tracia é ao longo do ano, espectadora de impressionantes chuvas e grandes nevadas pela sua característica condição climática que vai do clima mediterrâneo ao continental. Centro de atenção dos ecologistas, Tracia está limitada ao norte pela cade????P?ia montanhosa dos Ródope. Ao sul desta formação estendem-se imensas e verdes planícies que dão passo a férteis vales sulcados por rios, lagos e uma espessa e verde vegetação. Passeando pelos bosques de Tracia não é difícil encontrar árvores de mais de duzentos anos carregados de tradição e recordações. Só o fato de mirar-lhes e tocar-lhes pode transportar ao visitante a um passado entre guerras, colunas e intrigas palacianas. Importantes extensões planas como Xanzi e Komotini e acolhedores vales como o do Ebro-Evros, lagos e ecosistema aquáticos famosos, dos mais importantes da Europa regam umas terras iluminadas por uma impressionante claridade presente dos deuses. Más de 300 espécies de aves protegidas convivem na região com as 200.000 espécies aquáticas selvagens dignas de ver. Sem dúvida alguma Tracia é o lugar idôneo para os amantes da natureza e os defensores acerrados da conservação da beleza natural. Entre antigos e pitorescas paragens encontra-se localizada a cidade de Xanzi, capital da província de Xanzi à que se pode aceder desde Kavala. Entre pinos e colinas, ao norte, um dos mais belos lugares dignos de ser visitados é o Castelo Bizantino desde onde se divisa grande parte da arquitetura da cidade. Construída sobre o localização da antiga Xanzias, a atual cidade é conhecida pelos seus mosteiros cuja tranqüilidade e hharmonia atraíram sem dúvida ao visitante convertendo a visita em uma jornada de paz e reflexão. Seguindo o percurso é necessário fazer escala na cidade de Porto Lagos, ideal por suas vistas ao mar na que podem-se degustar típicos pratos de peixe fresco. Outras localidades próximas são Avdira, Mesimvria e Maronia cidades que durante a época antiga foram centro de intercâmbios comerciais e ponto de encontro de viajantes. Já na província de Rodopi, mais ao nordeste está encravada Komotiní. Trata-se de uma magnífica e original cidade rodeada de fortalezas. Durante a estadia nesta pitoresca cidade pode-se fazer um importante repasso histórico pois suas construções foram co????P?nstruídas desde os primeiros anos do Cristianismo até a época bizantina. Para rematar a jornada o mais interessante seria visitar o Museu de Komotiní, no que se expõem uma importante coleção de antigüidades procedentes de todos os lugares arqueológicos de Tracia. Ao longo da visita a Tracia não podiam faltar esses paraísos de areia que dão nome a algumas das praias da comarca. É o caso de Alexandrúpoli, um nome exótico para a capital da província de Evros. Famosa pela sua interessante igreja pertencente à cultura de bizancio Zeótokos Kosmosotiras é sem dúvida Feres, lugar eleito para admirar a arquitetura e originalidade de sua construção. Conhecida pela sua sericultura e por suas formosas e delicadas sedas e encravada ao longo da fronteira heleno-turca se divisa Suflí. Na mesma zona, mais ao norte se recomenda fazer uma parada em Didimótijo uma famosa cidade bizantina vizinha de Orestiada com o mesmo nome da conhecida obra de Esquilo, um dos autores gregos mais famosos, cidade convertida atualmente num moderno lugar no que poderá encontrar todo tipo de serviços e distrações.


SAMOTRACIA Frente ao Golfo de Saros sobressai entre as águas do Egeu a ilha de Samotracia. Trata-se de um território montanhoso, onde se eleva o Monte Saron, e Fengari seu pico mais alta, 1.600 m de altitude. Em suas costas sobressaem quatro cabos: Akrotiri, Malazria, Anguistro e Kipos. Samotracia foi famosa na antigüidade pelos Mistérios Cabirios, que tinham lugar no santuário dos Grandes Deuses. As ruínas do santuário se conservam em Paleópoli, além da estátua da Vitória de Samotracia. A capital da ilha é Samotracia. Em seus arredores se destacam pequenos e pitorescas vilas, rodeados de belezas naturais, bosques, praias virgens e riachos compõe esta fascinante paisagem.

MACEDÔNIA

Depois de submeter a Grécia a seu domínio, o grande império macedônio estendeu sua conquista até a África e a Ásia e levou ao Oriente antigo, em grande escala, a influência da Cultura Helênica. Antigo país, situado ao norte da Grécia, entre a Trácia, a Ilíria e a Peônia, o reino da Macedônia conquistou a hegemonia do mundo grego no século IV a.C. A Macedônia pré-histórica manteve ligações culturais principalmente com a Grécia e a Anatólia. Os primeiros povos a se autodenominarem macedônios remontam ao século VIII a.C., quando partiram de sua região natal, às margens do Rio Haliacmon (Aliakmon), na direção leste, sob a liderança do rei Perdicas I e seus sucessores. Atuando como súdito da Pérsia, Alexandre I (498-454 a.C.), filho de Amintas I, apoiou a invasão da Grécia e estendeu o poder macedônio até a Trácia, cujas minas financiaram as primeiras moedas da Macedônia. Perdicas II, filho de Alexandre I, travou uma série de guerras civis contra seus irmãos Alcetas e Felipe I, durante às décadas de 440 e 430 a.C. O apoio ateniense a Felipe I forçou-o a auxiliar os rebeldes de Potidéia, antes de estabelecer um acordo de paz com Atenas, em 431 a.C. Dois anos depois, impediu a invasão da Macedônia por Sitalces, rei da Trácia, e no ano 424 apoiou Brásidas. Outro tratado com Atenas ocorreu em 422 a.C. O controle ateniense das regiões costeiras forçou os governantes macedônios a se concentrarem na unificação dos planaltos e planícies da Macedônia, tarefa completada por Amintas III, que reinou de 389 a 369 a.C. A maior parte do que se conhece da monarquia Macedônia, contudo, deriva do reinado de Felipe II, filho de Amintas III, que governou de 359 a 336 a.C. Felipe II derrotou atenienses e tebanos na Batalha da Queronéia (338 a.C.) e incorporou a Grécia ao reino da Macedônia. O filho de Felipe, Alexandre III, ou Alexandre o Grande (336-323 a.C.), derrotou o império aquemênida da Pérsia e levou suas tropas até às margens do Nilo e do Indo. Com a morte de Alexandre, seus generais dividiram as satrapias (províncias) de seu império entre si e usaram-nas como base na disputa pelo poder total, que durou de 321 a 301 a.C. A Macedônia, no entanto, continuou como coração do império, e seu controle, bem como o da Grécia, foi objeto de grandes disputas. O regente de Alexandre na Europa, Antípatro, conquistou o controle da Macedônia e da Grécia, que foi mantido por seu filho Cassandro até sua morte, em 297 a.C., quando a Macedônia mergulhou de novo na guerra civil. Após seis anos sob o comando de Demétrios I Poliorketes (306-283), o reino entrou novamente em crise interna, agravada pela invasão de hordas gálatas vindas do norte. Em 277 a.C., Antígonos II Gonatas, filho de Demetrios, repeliu os Gálatas e foi proclamado rei pelo exército. A Macedônia alcançou finalmente uma monarquia estável com a dinastia antigônida, que dirigiu o país de 277 a 239 a.C. No reinado de Felipe V, de 221 a 179 a.C., e no de seu filho Perseus (de 179 a 168) a Macedônia enfrentou Roma e perdeu a independência. Os romanos dividiram o país em quatro repúblicas com fronteiras comuns. Depois, a Macedônia passou a província romana e as quatro repúblicas transformaram-se em unidades administrativas. Por volta do ano 400 da era cristã, a província foi dividida em Macedônia e Macedônia Secunda (ou Salutaris).


Tretobol de prata (13,5 mm/1,71 gr), de Perdicas II, cunhado em 451/413 a.C. na Macedônia. Anverso: Cavalo passeando, à direita. Reverso: Capacete com plumas, à direita dentro de um quadrado com linhas duplas.


Tetradrachma de prata (24,5 x 21,5 mm/14,09 gr), de Felipe II, cunhado em 342/328 a.C. em Melitaia/Thessália(Grécia). Anverso: Busto laureado de Zeus, à direita. Reverso: Jovem vitorioso sobre o cavalo, à direita, segurando longa folhagem de palmeira com a mão direita. Inscrição: FILIPPOU


Tetradrachma de prata (27,0 mm/17,04 gr), de Alexandre III, cunhado em 336/323 a.C. em Myriandros/Cilicia. Anverso: Hércules com pele de leão, à direita. Reverso: Zeus sentado no trono, à esquerda, segurando uma águia com a mão direnita e um longo cetro vertical com a esquerda. Inscrição: ALEXANDROU


Tetradrachma de prata (27,0 x 24,5 mm/16,90 gr), de Felipe III Arrhidaeus, cunhado em 323/317 a.C. em Babilônia na Síria. Anverso: Hércules com pele de leão, à direita. Reverso: Zeus sentado no trono, à esquerda, segurando uma águia com a mão direita e um longo cetro vertical com a esquerda. Inscrição: BASILEWS FILIPPOU


AE19 de bronze (19,0 mm/6,3 gr), de Kassander, cunhado em 319/297 a.C. na Macedônia. Anverso: Hércules com pele de leão, à direita. Reverso: Jovem vitorioso sobre o cavalo, à direita, segurando longa folhagem de palmeira com a mão direita. Inscrição: BASILEWS KASSANDROU


AE16 de bronze (16,0 mm/4,7 gr), Interregnum, cunhado em 288/277 a.C. na Macedônia. Anverso: Escudo Macedônio com a face de um Gorgona no centro. Reverso: Capacete Macedônio com plumas.


AE19 de bronze (19,5 mm/7,7 gr), de Antigonos II Gonatas, cunhado em 277/239 a.C. na Macedônia. Anverso: Busto de Atena com capacete, à direita. Reverso: Pan, à esquerda, levantando troféu.


AE20 de bronze, de Felipe V, cunhado em 221/179 a.C. na Macedônia. Anverso: Hércules com pele de leão, à direita. Reverso: Coroa de carvalho com uma harpa no centro. Inscrição: DI BASILEWS FILIPPOU


AE18 de bronze (17,5 mm/5,96 gr), de Perseus, cunhado em 179/168 a.C. na Macedônia. Anverso: Herói Perseus com capacete alado, à direita. Reverso: Águia de asas abertas, à esquerda, e com a cabeça voltada à direita, segurando raios.


REINADOS DA MACEDÔNIA:

Alexander I (498-454 a.C.) Perdikkas II (454-413) Archelaus I (413-399) Archelaus II (399-392) Amynthas II (392-390) Pausianias (390-389) Amynthas III (389-369) Alexander II (369-368) Perdikkas III (365-359) Philippus II (359-336) Alexander III (336-323) Philippus III Arrhidaeus (323-317) Alexander IV (323-317) Kassander (317-297) Philippus IV (297-296) Alexander V (295) Antigonus I (306-301) Demetrius I Poliorketes (306-283) Pyrrhus (287-272) Interregnum (288-277) Antigonus II Gonatas (277-239) Demetrius II (239-229) Antigonus III Doson (229-221) Philippus V (221-179) Perseus (179-168) Domínio Romano (168)

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